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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Sem nome


Meu amor
Existe alguma coisa no seu quarto que não diga morte?
Que não digas: “eu não tenho sorte”
Entre eu e ela finda escolhe a culpa
Meu amor
Que não haja culpa
Visto que vida deve ser vivida.
Sai dele e vem
Traga sua vida,
Teu corpo...
Rubra boca vívida.
Vem sem medo e me explica
Dispa-se e descomplica
Quero ter teus seios
Ter teu sangue sem ferida
Que o fogo, firme e forte
Roube-nos a identidade.
Sem culpa, sem dor
Da individualidade à passionalidade,
É assim que se perde sem dor.

domingo, 4 de abril de 2010

Une chanson pour Chloè




Você chega como uma brisa fresca no verão
Uma druida e ...
Lábios rosados, olhos claros
Dona de um brilho no olhar...
Cheira a jasmim; às vezes cravo da Índia
Teu odor enche-me dos desejos mais profundos
Teu sorriso é tão calmo e natural e ainda sim inibe meus pensamentos
Perco-me no fundo dos teus olhos na esperança de encontrar uma chance
Às vezes, você, é só você, e só você tem a essência que me enfeitiça, cativa e seduz
Quem me dera ter contra os meus os teus lábios
Sentir teu calor e arder no teu corpo
E como um velcro, doce velcro, juntar nossos corpos
Tornar-nos vítimas d'uma noite tão linda como a primeira que a vi
Talvez não mais aconteça, mas como disse Shakespeare
“Continuarei amando-a até a morte, e se Deus permitir,
também após ela.”

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Um bicho


O amor às vezes me assusta.
É algo estranho.
Tem-se a vontade de beijar, morder até sangrar
Sentir cada pedaço do corpo do outro e mastigar a carne
Amor?!! desejo e possessão!
Logo me assusto
Frenesi !!
Então logo vejo, este amor é como um bicho.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

FRAGMENTO


A vida deveria ser para o homem como um chiclete é para uma criança.
Surpreendente pela cor e satisfatória pelo sabor.